Seu filho não come, come sempre a mesma coisa, ou o exame veio alterado.
Você não está aqui porque falta informação. Só falta saber o que é verdade ou não e realmente colocar em prática as melhores opções para seu filho de uma forma que caiba na sua rotina, na sua casa e que ele aceite comer. E o que ele aprender agora, ele leva pro resto da vida.
Aquele papel que você levou de volta pra pediatra.
Seletividade alimentar. E não, não é frescura nem falta de pulso.
A curva vinha subindo e parou. Vamos ajustar a alimentação pra botar essa curva de volta no lugar e ele crescer saudável.
E o que ele come não acompanha o que ele faz.
Existem muitos nutricionistas infantis. O que eu faço diferente é não entregar um cardápio pra sua casa cumprir por três meses. Eu mudo a forma como seu filho se relaciona com a comida, e cardápio acaba quando o acompanhamento acaba. O que ele aprende, não.
Pensa no seu dia. Você já é quem cobra:
Se a comida entra nessa lista, você vira a chata de mais uma coisa, e a mesa passa a ser o quinto lugar do dia onde vocês discutem. Aí não é só o jantar que desanda, é a relação.
É por isso que o seu filho vem na consulta comigo. A gente cria vínculo, ele entende comigo o porquê de cada coisa, e a partir dali a cobrança da alimentação é minha, não sua. Você fica com a parte boa: oferecer, sentar junto e deixar ele decidir.
Não guardo material atrás de cadastro. Tudo isso está no ar pra qualquer mãe usar hoje, e é o mesmo que eu uso com quem acompanho.
O que muda quando você entra no time não é o acesso. É saber qual usar em qual semana, em que ordem subir os degraus e o que fazer quando ele recusa.
Até certo ponto, sim. Cerca de 45% das crianças passam por algum grau de dificuldade alimentar, e é mais comum entre os 2 e os 5 anos. O apetite oscila, e gostar hoje e recusar amanhã faz parte. Vira sinal de alerta quando o cardápio cai abaixo de dez alimentos e continua encolhendo, quando o crescimento sai do canal que vinha seguindo, ou quando aparecem náusea e vômito na hora de comer.
É quando a criança aceita um número muito restrito de alimentos, recusa provar novidades e escolhe sempre as mesmas texturas. Não é birra e não é falta de pulso. Na maioria das vezes a recusa não é do alimento em si, é de uma característica dele: a cor, o sabor, a consistência, a textura, a temperatura ou o cheiro. Descobrir qual delas se repete no que ele aceita é o que muda o jogo, porque aí você para de brigar por alimento e passa a trabalhar por característica.
Resolve o nutriente de hoje e cria familiaridade com o sabor, mas não pode ser o único caminho. É o primeiro degrau de uma escada de quatro: escondido na massa, visível mas misturado, inteiro ao lado do que ele já come, e por último sozinho no prato. O trabalho é subir um degrau de cada vez, com um alimento de cada vez, oferecendo o de cima junto com o de baixo e sem cobrança.
Quando o exame veio alterado, quando o crescimento travou, quando a recusa apareceu de repente numa criança que comia bem, quando o cardápio está muito curto e encolhendo, ou quando o seu filho treina e o que ele come não acompanha. Em Recife, atendo no Instituto Corrêa, em Boa Viagem, e o trabalho costuma ser em conjunto com o pediatra que acompanha a criança.
Atendo criança e adolescente no Instituto Corrêa, em Boa Viagem, Recife, e acompanho famílias de toda a Região Metropolitana. O trabalho costuma ser em conjunto com o pediatra que já acompanha a criança: ele cuida do crescimento, do exame e da conduta médica, e eu cuido do que entra no prato e da rotina em volta das refeições.
Eu não entrego um cardápio pra sua casa cumprir e conferir daqui a três meses. O que eu mexo é no que entra na despensa, em como o alimento chega à mesa, na rotina em volta da refeição e no que a família faz quando ele recusa. O objetivo não é seu filho comer brócolis nesta terça. É ele aprender a comer.
Isso tem nome: é um trabalho comportamental. Cardápio acaba quando o acompanhamento acaba, e a casa volta pro que era antes. O que a criança aprendeu sobre comida ela leva pros quinze, pros vinte e pros quarenta.
Sou também nutricionista esportivo, então criança e adolescente que treinam têm uma camada a mais: futebol, natação, judô, vôlei, o que comer antes e depois do treino, o que levar no dia de jogo e como sustentar o crescimento junto com a carga. Mesmo aí a base é a mesma, porque plano de atleta não serve de nada se a criança não come o que está nele.
Não. Criança não faz dieta. O que muda é o que entra em casa, como a comida é oferecida e a rotina em volta das refeições. Seu filho aprende a comer, e isso ele carrega pra vida adulta.
Não é assim que funciona. Cardápio a casa segue por três meses e depois abandona. O que eu mudo é o que entra na despensa, como o alimento chega à mesa, a rotina em volta da refeição e o que a família faz quando ele recusa. É por aí que seu filho aprende a comer, em vez de só cumprir uma lista.
É comum, principalmente entre 2 e 5 anos, e acontece com cerca de 45% das crianças em algum grau. Vira sinal de alerta quando o cardápio está abaixo de dez alimentos e continua encolhendo, quando o crescimento sai do canal ou quando aparecem náusea e vômito na hora de comer.
Não. Forçar a provar aumenta a recusa e cria memória ruim da refeição. O que funciona é oferecer o alimento novo ao lado do que ele já aceita, repetidamente, sem cobrança.
Os dois. Atendo presencial no Instituto Corrêa, em Boa Viagem, Recife, e online para famílias de qualquer lugar. O acompanhamento é o mesmo nos dois formatos.
Criança de qualquer idade é bem-vinda. Minha especialidade são as duas pontas: introdução alimentar nos pequenos, e dos 5 anos em diante ensinar a criança a se alimentar, que é quando o paladar já tem opinião e a recusa aparece.
De R$ 150 a R$ 300 por mês, dependendo do plano escolhido. Forneço recibo para você pedir reembolso no seu plano de saúde.
Em geral sim, e faz diferença. Na consulta eu crio vínculo com ele, e a partir dali a cobrança da alimentação passa a ser minha. Você já cobra a tarefa, o banho, escovar o dente. Se a comida entrar nessa lista, você vira a chata de mais uma coisa. Você não precisa ser a mãe chata.
Na seletividade comum a criança come poucos tipos de alimento por hábito e rotina. Quando existe alteração no processamento sensorial, a recusa vem por textura, cheiro, temperatura ou som, com reações intensas como náusea e vômito. Os dois casos pedem conduta diferente, e o segundo costuma precisar de equipe multiprofissional.
Escolha cinco frutas para a semana, uma por dia, e mande sempre junto a fruta que ele já aceita. Compre uma unidade de cada em vez de um quilo, pra não desperdiçar. A fruta nova volta intacta várias vezes antes de um dia não voltar, e isso é esperado.
Sim. Atendo criança e adolescente que treinam: o que comer antes e depois do treino, o que levar em dia de jogo e como sustentar o crescimento junto com a carga de treino. Mesmo aí o trabalho começa pelo comportamento, porque plano de atleta não serve de nada se a criança não come o que está nele.
Me chama no WhatsApp e pode mandar a idade do seu filho e o que te trouxe até mim que já respondo te ajudando nesse processo, além das ferramentas do site.
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